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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Vai ter que dar tempo

Na manhã de ontem, dei uma olhada no entorno do estádio Mané Garrincha. São pouco mais de 20 dias para a Copa do Mundo e vão precisar acelerar bastante para ver tudo pronto. Mas tem uma dúvida que fica. Por que não começaram a fazer isso, assim que a Copa das Confederações acabou? Será que precisava começar tão em cima da hora? Faria diferença começar antes? 
No fundo, acho que todos nós sabemos as respostas de tudo isso. Falta de programação e a ideia de que vai dar tempo. E agora? Vai dar?



quarta-feira, 7 de maio de 2014

Uma convocação nada surpreendente


Começou a Copa do Mundo para a seleção brasileira. Com o anúncio dos 23 jogadores convocados para o Mundial, Luiz Felipe Scolari mergulha de vez no projeto em busca do hexacampeonato. E, obviamente, Neymar é a principal aposta do treinador na competição.
Foi uma convocação que mais ou menos a gente esperava, mas mais do que isso me dou conta que eu não fico mais indignado com uma convocação, antes eu ficava. Eu, por exemplo, há dez anos estaria puto da vida com a convocação do Júlio Cesar e do Henrique. Para mim, deixar o Miranda de fora é inadmissível. É o cara que marca o Messi e o Cristiano Ronaldo. Um jogador que está em vias de ser campeão espanhol e campeão da Liga dos Campeões, para levar o Henrique? Aí eu penso com a cabeça do Felipão, é um cara que já foi campeão com ele, que ele confia, é um cara que ele conhece. Na dúvida o Felipão convoca quem ele conhece, natural.
Então, a convocação foi quase exemplar. Era isso mesmo, é o que nós temos. Gostei muito da convocação do Hernanes. Gostei muito que o Robinho tenha ficado de fora, mas eu estava preparado caso o Robinho fosse convocado. A verdade é que a CBF estragou de alguma forma aquela paixão que os brasileiros tinham pela seleção brasileira. A seleção brasileira não causa mais nenhuma comoção na população brasileira.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O patético episódio da "torcida de aluguel" do Botafogo em Quito

O episódio dos mil torcedores locais bancados pela Telexfree pode se desdobrar ainda mais. A nebulosa empresa confeccionou mil camisas “tabajaras” do Bostafogo, distribuindo para os falsos bostafoguenses.
A grande questão é que nesta camisa fake a Telexfree ocupava o patrocínio máster, desbancando quem realmente paga por isso, a Guaraviton. A Guaraviton, que reagiu mal (com razão) ao fato de dividir espaço com uma empresa investigada pelo MP, se viu relegada a este nível. A pirataria, tão combatida pela polícia e pelos fornecedores de material esportivo, agora será institucionalizada por anunciantes oficiais?
Algo me diz que a Guaraviton está cada vez mais insatisfeita, justamente, com o clube que lhe abriu portas ao mundo do futebol.