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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A playlist mas confusa da história

A playlist de um trintão vai de “dançando lambadaê, dançando lambada lá” até “uni duni duni tê, ô ô ô ô, salamê minguê, ô ô ô ô”, super confusa, né?! Crescemos com o vinil, amadurecemos com o CD e tomamos gosto pelo MP3. 
Todo trintão tem um show que não foi porque a mãe não deixou, mas eu tenho que agradecer a minha mãe que me levou no meu primeiro show, show do Bozo!
Todo trintão achava a Madonna gostosa pra caralho, achava o Michael Jackson o cara mais incrível do mundo, dançou Step by Step em algum momento da sua vida e tinha certeza que o Guns ia durar pra sempre ou apostou no Nirvana. Todo trintão irá citar que teve sua fase de Legião Urbana, mas me inclua fora dessa. Sou de Brasília e não curto Legião, e daí?!
Só quem tem seus trinta e poucos anos sabe o que é ligar a rádio e ter que escolher entre o É o Tchan ou Gerasamba, ou pior, saber todos os passinhos. Você acha isso ruim? Dureza era aguentar a Rosana comendo uma deusa nas estações radiofônicas.
A geração dos anos 80 é uma geração esperançosa. Esperança de que o Elvis não morreu, mas bom mesmo seria que o Freddie Mercury estivesse vivo. Esperança que o Cidinho e Doca voltem e ensine ao Benny como se faz. Eu só quero é ser feliz!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Há trinta anos...


Muitos dizem que a geração dos anos 80 foi a última a ter uma infância feliz. Será? Pergunte a quem tem mais de trinta anos quantas vezes se descabelou tentando assistir o último capítulo de Caverna do Dragão que jamais existiu. O fato de alguém ter inventado essa história prova que o nosso bem-estar infantil é demasiadamente exagerado diante da programação da TV na época. Eu te pergunto, os Smurfs conseguiram derrotar o Gargamel de vez? A infância da geração dos anos 80 teve seus traumas.

A minha felicidade era mudar o canal para o SBT. Sim, toda e qualquer casa brasileira ficava sempre ligada no Plim Plim. Felicidade para mim era assistir ao Sérgio Mallandro no programa Oradukapeta com a Porta dos Desesperados e o Mallandrovsky! Os politicamente corretos deixariam existir um programa com esse nome nos dias de hoje? Com certeza não! E logo depois vinha o Bozo, a gente ficava esperando para conferir se alguém ia passar aquele trote para o programa. Sim, o trote do tomate cru. Como a gente era inocente, né?!

Fale para um fã de Ben 10 que bom mesmo era o “alienígena” Gyodai. As crianças que curtem Max Steel não sabem como eram os perigos do He-Man, que enfrentava o Esqueleto e tinha uma irmã em outra dimensão. Mas cadê os traumas da geração dos anos 80? Bom, nós não vimos o Hank levar a Sheila para o parque como adolescentes normais. Até hoje ninguém entende muito bem porque o Seu Madruga não terminou com a Dona Clotilde. E o que houve com o mascote da Punky na série da TV, aquele bichinho que voava e fazia magia com as orelhas? E por aí vai... Agora pergunte aos jovens de vinte e poucos anos se eles têm os seus traumas da cultura pop também. Toda criança teve e terá!

Chegamos aos trinta anos e devemos saber que nossa infância não foi nada de especial. O que há de especial é que ela é nossa e o que é nosso a gente cuida. Será mesmo que não foi especial? Qual outra geração deu sentido a um pogobol? Isso é para poucos!

terça-feira, 14 de junho de 2011

Saudade...

Essência da alma humana que exprime coisas que a gente viveu ou observou pelos olhos de outras pessoas, queridas ou não. É reflexo de coisas saudosas que a gente nem percebeu que existiam até aquele momento.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O velho Mané Garrincha não implodiu



O Mané Garrincha foi palco de alguns shows da minha vida. Foi ali que eu vi meu primeiro show internacional e foi ali também que eu vi pela primeira vez a Seleção Brasileira. O estádio já recebeu inúmeras apresentações musicais, em grande parte shows de rock, como o clássico último show do Legião Urbana, em que deu tudo errado e rolou o maior quebra-pau e a última apresentação dos Mamonas Assassinas, após o show eles foram pro aeroporto e subiram no avião que se chocou contra a Serra da Cantareira, matando todos os seus tripulantes. 
Tentaram implodir o infeliz do estádio, mas ele resistiu bravamente. Mas virá abaixo de qualquer forma, para dar lugar ao novo Estádio Nacional de Brasília. Que venha o futuro!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Brasília de outra época


De uma época em que o Parque da Cidade ainda se chamava Rogério Python Farias, e Ana Lídia provavelmente se divertia no parquinho que depois recebeu o batismo de seu nome.

quinta-feira, 31 de março de 2011

José Alencar, lá se foi mais um rubro-negro...

Depois de uma luta de treze anos contra um câncer, morreu José Alencar. Poucas pessoas sabiam, mas José Alencar gostava de futebol e tinha um carinho especial pelo Flamengo. Ex-vice-presidente faleceu aos 79 anos, nesta terça-feira, em razão de câncer e falência múltipla de órgãos.
Neste vídeo, em dezembro de 2009, quando o Flamengo foi receber as faixas do hexacampeonato brasileiro do então presidente Luís Inácio Lula da Silva, José Alencar conheceu Adriano, contou histórias de seu carinho pelo clube carioca e escalou o time do Flamengo tricampeão carioca de 42, 43 e 44.
Em homenagem a José Alencar, a presidente Patricia Amorim determinou luto oficial de três dias e solicitou que seja observado um minuto de silêncio antes da partida Flamengo e Duque de Caxias, no Engenhão, no sábado.
Obrigado, Zé. Tua honra perpetuará.


terça-feira, 1 de março de 2011

Ouça a lambada de Jennifer Lopez

Eu tô rindo demais da nova música, On The Floor, da J.Lo.: 



A canção carrega alguns pedaços de Chorando se foi, famosa lambada do grupo Kaoma. Na música ela canta ao lado do rapper cubano Pitbull, que colocou um batida de hip hop na música. Compare com a música original:


Será que a J.Lo pagou os direitos autorais pro Grupo Kaoma???

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Lá vem o politicamente correto estragar nossas vidas...

Antes mesmo de eu me entender por gente eu acordo cedo no domingo pra assistir Fórmula 1. Eu sempre me pergunto, porque brasileiro gosta tanto desse esporte. Não é um esporte acessível e um esporte muito caro, mesmo assim os domingos de corrida sempre foram sagrados para maioria dos brasileiros. Mas era a chance de vermos um brasileiro ser vencedor, ser o melhor do mundo! Hoje a Fórmula 1 é muito sem graça. Não temos o talento de um Senna ou de um Piquet (o pai é claro!).
Todo mundo falava que o autódromo em Donnington Park, na Inglaterra, era um desgraça, sem pontos de ultrapassagem. Eis que surge um tal Ayrton Senna para reafirmar que todos estavam certos e mostrou que todos eram normais, pois ele é que era extraordinário. Em apenas um volta criou quatro pontos de ultrapassagem. Fez o que todos nunca fizeram na carreira inteira. Saiu em 5o lugar no grid para a primeira posição. No final ele ganhou a corrida com uma volta de vantagem em todo mundo menos o 2o colocado.
Senna numa Lotus contra Piquet numa Williams. Senna segurou o que deu, mas Piquet espetacularmente jogou o carro na curva além do traçado. Foi Arte X Virtude:
Hoje não vemos mais isso, as corridas não tem mais emoção e a tendência é piorar. Lá vem o politicamente correta estragar nossas vidas. Fórmula 1 se tornará em um esporte verde em 2013 com motores 1.6 ao invés dos 2.4 atuais, biocombustíveis, economia de 35% no consumo de combústível... Desse jeito um Fórmula Truck vai ser mais potente que um F1!


Muito obrigado aos politicamente corretos por desgraçar essas máquinas que nos causa tanta admiração!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Que tempo bom, que não volta nunca mais...

Que saudade do meu tempo de criança, quando eu ainda era pura esperança... ♫


Observando e acompanhando a linda princesinha Giovanna, filhota da minha namorada de cinco aninhos, assistindo Discovery Kids, realmente, me dá saudade do meu tempo de criança.
Adorava assistir desenhos, os melhores são de William Hanna e Joseph Barbera. Esses dois gênios embalaram a minha infância. Desde de criança eu adoro o politicamente incorreto! Quem disse que um desenho não pode ser violento e divertido ao mesmo tempo?
Vendo os desenhos, percebo como o mundo para as crianças de hoje é muito mais chato. Os desenhos atuais, em sua maioria, têm um tom "politicamente correto" que chegam dá medo. São personagens sem características reais. Desenhos forçados e consumistas, o pesadelo dos pais são os intervalos dos canais infantis.
Muita coisa que passava antigamente na TV não teriam a menor chance de serem produzidos hoje, por exemplo Os Trapalhões. Jamais a TV brasileira verá algo do tipo, alguém aceitaria que seus filhos assistissem um "bêbado" fazendo palhaçada na TV? SIM, EU ACEITARIA!!! O próprio "Tom e Jerry", a programação do Cartoon Network só passa a briga do gato e do rato de madrugada! É absurdo!!! Antes de cada desenho, o canal apresenta a mensagem: "O conteúdo deste programa foi editado para atender ao público esperado para o horário". Isso pra mim é CENSURA! A idéia deles é moldar, padronizar as crianças. A postura "politicamente correta" está acabando com a infância, as crianças de hoje se tornarão adultos chatos, antiéticos, maldosos e egoístas. Na verdade, isso é um grande mar de hipocrisia!
Porque as crianças não podem ter a alegria que eu tive em ver "Tom e Jerry", "Manda Chuva", "Scooby Doo", "Zé Colméia" e muitos outros? Porque é violento, estimula a maldade??? Eu não me tornei crápula, meus amiguinhos também não! O que faz com que uma criança se torne crápula no futuro é a educação familiar, é se os pais ensinarão os princípios da ética, da honestidade e da bondade, o que mais falta na sociedade de hoje. A falta desses princípios é que está tornando a sociedade violenta. Eu não vejo a Gigi e a maioria das crianças de hoje jogando bola, soltando pipa ou brincando de esconde-esconde. A violência da sociedade impede que as crianças vivam em liberdade.
Somos obrigados a deixar as crianças acordadas de madrugada para mostrar a elas o privilégio que tinhamos com os "nossos" desenhos. Mas os comerciais que deveriam ser proibidos em canais infantis, continuam lá... Agora me responda, não vivemos em uma sociedade hipócrita?
Ai, ai... Que tempo bom, que não volta nunca mais...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Não adianta chorar...

O mundo é deles! Assistindo o VMB da MTV ontem cheguei a essa conclusão. Mas, quem são eles? Lady Gaga, Justin Bieber, Hannah Montana, Crepúsculo, Harry Potter, Restart... O mundo está colorido!!! Os sucessos no mundo, todos são pra os juvenis (10 a14 anos).
Quando a Madonna surgiu os mais "velhos" também achavam ela descartada. Hoje ela é "Diva"! Nós estamos vivendo a renovação e renovação é sempre bom! 
O que a indústria quer??? CONSUMO! Lembre que quem está nessa faixa etária é quem consome mais os produtos da internet, porque tem tempo sobrando. Porque vocês acham que o Restart ganhou tudo ontem? A indústria está trabalhando para esse público, pois são eles quem consomem mais.
Essas bandas novas tem um jeito novo de relacionamento com seus fãs, eles são produtos da internet. Nos anos 80, por exemplo, não tínhamos internet. E isso é inovador. Ponto pra eles, que nasceram na época da tecnologia e das novas mídias! 
Antigamente, os artistas tinham que ralar muito para divulgar seus trabalhos e conquistar os fãs. Hoje em dia eles não têm fãs, têm grandes comunidades de Orkut e Facebook. Conhecem uma grande parcela dos seus fãs pelo nome e recrutam o grande "exército" ao seu favor, vide a S2 Família Restart S2. Bem diferente da época dos mega stars! Hoje quem manda no entretenimento são as "crianças" de 10 a 14 anos.
Mas que indústria é essa que você está falando? A Indústria Fonografia? Óbvio que não, a indústria fonografia morreu!!! Quem faz a "arte" hoje chama-se YouTube, Google, Twitter... Atualmente, os grandes sucessos mundiais saem todos de lá! Estamos vivendo novos tempos... É a molecada no poder!!!
Não quero discutir gosto pessoal ou qualidade. Afinal, muitos artistas dos anos 80 não sabiam tocar guitarra e estão aí na mídia até hoje! Todo mundo tem direito de escolha. 
Quer ver seus artistas favoritos ganhando prêmios? Então monte a sua Família Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Capital Inicial, Raimundos, O Rappa, Titãs, Jota Quest, Skank, Pato Fu... 
A verdade é que acaba sendo tudo igual, mas cada um no seu tempo, o que vale é o dinheiro, tudo é marketing! 
É uma grande bobagem contestar um vencedor. Cada um com seu gosto, não gosta? Não ouve e ponto! 
E assim segue a vida, afinal não tem como voltar ao passado...

segunda-feira, 29 de março de 2010

A Última Noite



Por Armando Nogueira


Maracanã, enfeita de bandeiras tuas arquibancadas que hoje é dia de festa no futebol. Encomenda um céu repleto de estrelas. Convida a lua (de preferência, a lua cheia). Veste roupa de domingo nos teus gandulas. Põe pilha nova no radinho do geraldino. E, por favor, não esquece de regar a grama (de preferência, com água-de-cheiro).

Avisa à multidão que ninguém pode faltar. É despedida do Zico e estou sabendo, de fonte limpa, que, hoje à noite, ele vai repartir conosco a bela coleção de gols que fez nos seus vinte anos de Maracanã. Eu até já escolhi o meu: quero aquela obra-prima, o segundo gol do Brasil contra o Paraguai nas Eliminatórias do Mundial de 1986. Lembro-me como se fosse hoje. Zico recebe de Leandro um passe de meia distância já na linha média dos paraguaios. Um efeito imprevisto retarda a bola uma fração de segundo. Zico vai passar batido - pensei. Pois sim. Sem a mais leve hesitação, sem sequer baixar os olhos, ele cata a bola lá atrás com o peito do pé, dá dois passos e, na mesma cadência, acerta o canto esquerdo do goleiro paraguaio.

Passei uma semana vendo e revendo no teipe aquele instante mágico de um corpo em harmonioso movimento com o tempo e com o espaço. E a bola, coladinha no pé, parecia amarrada no cadarço da chuteira. Um gol de enciclopédia. Se o amável leitor aceita uma sugestão, dou-lhe esta: escolha um dos gols que Zico fez graças à sua arte singular de chutar bola parada.

Chutar a bola de falta à entrada da área é um talento que Deus lhe deu mas não de mão beijada, como imaginam os desavisados. Zico trabalhou seriamente, anos e anos, para alcançar a perfeição dos efeitos sublimes. À tardinha, quando terminava o treino, ele costumava ficar sozinho no campo do Flamengo - ele, uma barreira artificial, uma bola e uma camisa caprichosamente pendurada no canto superior das traves. A camisa era o alvo.



Zico passava horas sem fim, chutando rente à barreira e derrubando a camisa lá de cima das traves. Chegava o domingo, na cobrança da falta, a bola já estava cansada de saber onde ela tinha que entrar. Não tenho dúvida em dizer que tardará muito até que apareça alguém que domine como Zico o dom de cobrar falta ali da meia-lua.

Celebremos, querido torcedor, a última noite do maior artilheiro da história do Maracanã. Será uma despedida de apertar o coração. Se te der vontade de chorar, chora. Chora sem procurar esconder a pureza da tua emoção. Basta uma lágrima de amor para imortalizar o futebol de um supercraque.

Cantemos, Maracanã, teu filho ilustre, relembrando em comunhão os dribles mais vistosos, os passes mais ditosos, os gols mais luminosos desse fidalgo dos estádios que tem uma vida cheia de multidões.

Louvemos o poeta Zico que jogava futebol como se a bola fosse uma rosa entreaberta a seus pés.



Veja o vídeo dessa obra prima:


sábado, 6 de março de 2010

O final de Caverna do Dragão







O final de Caverna do Dragão nunca foi feito e nunca gravado! O final do desenho chegou a ser roteirizado e nunca foi produzido. Então, assista ao vídeo abaixo onde um brasileiro sem nenhum senso de ridículo gravou o final. Ele usou a dublagem original fazendo vários cortes sonoros.


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Atari 2600




Esse comercial deve ter uns 30 anos.
No comercial, aparecem o Pelé, Mario Andretti e Kareem Abdul-Jabbar.