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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Pode ser Coca?

A Pepsi divulgou durante esta semana campanha protagonizada pelas gêmeas do nado sincronizado e pelo apresentador Rodrigo Faro para convidar os clientes a experimentar a marca e levar uma unidade extra a cada produto comprado:




A promoção lotou os supermercados credenciados e promoveu uma corrida pelo produto. Em alguns supermercados da região metropolitana de São Paulo, houve tumulto e reclamação de clientes. De acordo com a Pepsi, a promoção "foi um sucesso" e "superou em muito as já altas expectativas" para o fim de semana. 
Mas muitos consumidores frustrados chegaram a acusar a empresa de propaganda enganosa. A rede Pão de Açúcar chegou a limitar as compras para quatro unidades por pessoa, mas, mesmo assim, a maioria das suas lojas ficou sem estoque de Pepsi. Em cada supermercado, o Pão de Açúcar procurou uma forma de compensar os clientes. Eles chegaram a distribuir refrigerante da rival Coca-Cola em dobro.
O Pão de Açúcar também informou que será veiculado nesta segunda-feira (12), nos principais jornais do país, um pedido de desculpas aos clientes, esclarecendo que a promoção foi organizada pela Pepsi e não pela rede de supermercados.
Resumindo, a Pepsi subestimou o potencial da própria promoção.

Via CCSP

terça-feira, 26 de julho de 2011

Abra o olho, eles são o futuro!

Eu convivo com duas crianças lindas, Thaís e Giovanna. Duas mocinhas, uma de 6 anos e outra, na verdade uma jovem, de 13 anos. Elas, como muitos da geração delas, estão conectadas o tempo tempo. E a propaganda não vai conseguir impactá-las na TV, elas não assistem, na hora dos comerciais mudam de canal com essa variedade de canais das TVs por assinatura ou vê seus programas preferidos no Youtube. Elas não ouvem rádio, suas músicas estão também na rede. Elas não leem revistas, acha o conteúdo na web. Jornal impresso? Mal conhecem. Aí você deve está se perguntando, elas não servem de referência, afinal são apenas crianças. É porque você não conhece elas, ela têm opiniões fortes, melhor do que muito adulto por aí, pautam o consumo da casa e de alienadas elas não têm nada! E mais uma vez você deve está se perguntando: Ah, você está se baseando na classe média alta. A proposta da Dona Dilma é que menos de uma década todos terão internet banda larga.
Ok, vou parar de me basear nas duas, vamos nos basear nas crianças em geral, elas se tornarão consumidoras em breve, e o breve que eu digo está dentro de uma década. As crianças também mandam na casa, afinal a maioria dos pais questionam os filhos sobre qual seria o melhor computador, telefone ou TV a se comprar, não é verdade? A Thaís, por exemplo, já está começando o seu negócio e tem grandes chances de enriquecer mais jovem do que nós. Quer mais um exemplo? Veja a idade dos donos do Google, Facebook, Peixe Urbano... Essa é a nova geração, mais conecida como Geração Y! 
Veja nesse vídeo abaixo, o sentimento das crianças (o vídeo tem legendas do youtube, basta ativar):

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Segundo a Vivo, Eduardo e Mônica não se encontraram no Parque da Cidade Rogério Python Farias


Há exatamente uma semana atrás eu estava relembrando algo obrigatório na infância de quase todo brasiliense. Quando é pra elogiar, eu elogio e quando é pra meter o pau... É COMIGO MESMO! Parabéns para a Vivo pela sacada do clipe de Eduardo e Mônica, contando uma das mais famosas histórias de amor dos anos 80. O filme é genial, mas a produção da O2 errou feio em não ter filmado em Brasília, que seria o cenário ideal.



Eu gosto da música, uma das poucas do Legião que eu realmente curto. E já que é pra meter o pau, ouvindo mais uma vez a música me lembrei de um e-mail que havia recebido muito tempo trás:
"Na música Eduardo e Mônica, do álbum "Dois" da Legião Urbana, de 1986, a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.
Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram).
Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.
Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, "Festa estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer?
Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.
Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.
Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em "E a Mônica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se" quis dar para"! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.
A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho" que tentava impressionar"! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho". Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.
E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?
Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.
Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.
Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.
O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.
Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!
Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada.
Mulher sim, é maturidade pura.
Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola -- cinema -- clube -- televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina -- terreiro de macumba -- sauna gay -- delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola?!?
Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:
1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.
2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.
3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!
Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?
Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência… Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem… é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!
Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.
Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.
Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta. Em suma, Mônica uma total escrota e Eduardo um otário. Sem dúvida Renato Russo defendia o seu time, ele era realmente uma feminista."

terça-feira, 19 de abril de 2011

Manobrista bêbado


Ação criada pela Ogilvy para o Bar Aurora e o Boteco Ferraz. A agência colocou um "manobrista bêbado" para estacionar os carros dos clientes. A ação queria saber "quantas pessoas deixariam o carro nas mãos de um motorista alcoolizado?". A resposta: nenhuma.
Quando as pessoas se recusavam a dar as chaves, a seguinte mensagem era entregue, junto com um ticket: "Nunca deixe um motorista alcoolizado dirigir seu carro. Mesmo que este motorista seja você." 



Via CCSP

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Gerando energia com laranjas


Criada pela DDB Paris para Tropicana e produzida pela Unit9, a peça conta com cerca de 2,5 mil laranjas, que produzem energia e iluminam as lâmpadas que formam a frase: "Energie naturelleTropicana". Foram três meses de testes antes que o projeto fosse concluído. 



Via CCSP

quarta-feira, 2 de março de 2011

Anúncio nas coxas

Para promover a venda de shorts, colocaram placas com letras salientes em bancos de ônibus, de shoppings e de parques, de modo que quando as pessoas se sentam a mensagem é "impressa" em suas coxas. As pessoas são convidadas a apertar suas pernas tão fortemente quanto podem contra o banco para depois exibir o anúncio.


Criação da DDB Nova Zelândia

Via Adfreak

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mídias Sociais, segundo Philip Kotler.



1. De que modo as empresas devem utilizar redes sociais e as mídias sociais como ferramenta de marketing?
As companhias ainda não encontraram as respostas mágicas a respeito de mídias sociais, como Facebook e My Space. Nelas, milhões de pessoas conversam sobre produtos e experiências de consumo todos os dias. É um novíssimo mundo, em que essas conversas terão mais influência do que os comerciais.
Mas também tenho visto campanhas feitas para estimular o diálogo entre os consumidores. Muitas empresas de bens de consumo, como Dell e Burger King, têm realizado experiências nas redes sociais para ver o que acontece.

2. O site YouTube deve ser visto pelas empresas como uma ferramenta de marketing?
As pessoas estão se entretendo cada vez mais assistindo ao YouTube. Talvez não irão até a página de uma empresa para assistir a um comercial. Mas como as companhias não sabem quem terá ou não interesse, vale a pena veicular comerciais curtos. Os vendedores, por exemplo, poderão enviar o vídeo para os clientes.
Chegaremos a um ponto em que todas as empresas, grandes ou médias, terão um vídeo no YouTube. Lembre-se que clientes insatisfeitos também podem criticar ou satirizar uma marca no YouTube. As companhias hoje têm muito menos controle sobre o mercado.
3. Em meio a mudanças de comportamento de consumo e às novas ferramentas de marketing, como reconhecer o melhor caminho para cativar o consumidor?
As empresas devem, principalmente, entregar o que prometem e oferecer um excelente serviço. É sobre isso, na verdade, que os consumidores falam nas redes sociais. As pessoas aprendem rapidamente quais são as boas e quais são as más empresas. E essa propaganda boca a boca espalha-se muito rápido.
Com monitoramento, você pode encontrar quatro cenários:
- tudo o que se fala é negativo, o que é o pior cenário;
- ninguém fala nada;
- há quem fale de forma positiva e quem fale de forma negativa;
- tudo o que se fala é positivo.
4. Na sua opinião, o que vai diferenciar o marketing da próxima década do marketing feito atualmente?
Não haverá uma mudança tão grande quanto a ocorrida há 20 anos, com o surgimento da internet. Não sei o que será a próxima grande invenção. O consumidor mais cuidadoso na hora de gastar talvez perceba que menos é mais. Ele descobriu que está trabalhando muito sem aproveitar tanto a vida.
5. Até que ponto o marketing de experiência é, de fato, eficiente para os negócios?
As empresas devem compreender que, em seus negócios, há design e venda de experiência. Um exemplo é a Starbucks. Ela tem condições de cobrar até US$ 4 por uma xícara de café, mesmo sabendo que o cliente consegue comprar mais barato.
A experiência Starbucks é um punhado de coisas: é o seu terceiro endereço, depois da casa e do trabalho; é o lugar onde você passa um tempo para relaxar ou conversar com os amigos; é onde usa o computador o dia inteiro sem nenhum problema.
6. Como superar o desafio de fazer o cliente entender que nem sempre o menor preço é a escolha mais apropriada?
A recessão mostrou que as melhores companhias são aquelas que oferecem produtos de qualidade por um preço baixo, como Mc Donald’s e Wal-Mart. As empresas que optam em vender produtos mais caros têm algumas alternativas.
A primeira é demonstrar que a qualidade dos seus produtos é realmente superior. A segunda é criar uma outra marca, uma submarca, não tão boa quanto a primeira, mas satisfatória. Isso é interessante porque dá opções ao consumidor.
Normalmente, o cliente acaba preferindo o produto de menor custo. Isso aconteceu com a Procter & Gamble e com a Colgate. Mas é melhor perder espaço para uma submarca da empresa do que para um concorrente.
7. De que forma a gestão de marcas pode contribuir com a gestão da empresa, em meio a uma crise econômica?
Pode contribuir, sim, desde que a empresa já possua uma marca forte. Para enfrentar a recessão, essas companhias não serão obrigadas, por exemplo, a reduzir os preços tanto quanto as outras. Já as empresas que não investiram em branding estarão duplamente em apuros: além de fragilizadas, não poderão construir uma marca nesse momento. O branding exige recursos financeiros difíceis de obter nesses tempos.
8. Se o senhor fosse abrir uma empresa com base em algo inovador, qual estratégia empregaria para promover esse novo produto?
Se uma empresa é criada com muito dinheiro, provavelmente usará a mídia tradicional para chegar ao seu público-alvo. Mas se o dinheiro for escasso, precisará ser mais inteligente e construir sua reputação de forma mais barata, quase pessoa por pessoa. Uma opção é criar listas de e-mails e torcer para que a propaganda boca a boca se espalhe.
9. Como as grandes empresas devem superar a dicotomia entre oferecer alta lucratividade aos acionistas, no curto prazo, e sustentabilidade, no longo prazo?
As companhias, especialmente as de capital aberto, têm a tendência de tomar todas as decisões no curto prazo. Por isso, as empresas familiares levam vantagem: suas decisões não serão públicas.
Se você tem um CEO que está prestes a se aposentar, suspeito que ele irá priorizar o curto prazo e tentará aumentar os lucros, reduzindo custos na área de pesquisa e desenvolvimento de produtos, deixando de contratar pessoas. Uma forma de evitar isso é reduzir a bonificação do executivo na saída.
10. Qual deverá ser o perfil do gestor de marketing dos próximos 30 anos?
Os novos marqueteiros estão fazendo melhor trabalho ao chamar seus subordinados e clientes para participarem do desenvolvimento de ideias e da concepção dos novos produtos. Chamamos isso de marketing de cocriação. Eles também estão percebendo que há dois tipos de consumidores: aqueles que se preocupam somente com o preço, que chamamos de clientes transacionais, e aqueles que querem algum tipo de consultoria ou até mesmo alguma customização, que são os chamados clientes consultivos.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Teleton nas redes sociais


Esse ano tivemos mais uma vez o Teleton, a digna "maratona" da TV do Sr. Abravanel, cujo objetivo principal é arrecadar uma quantidade de dinheiro para a AACD. Esse ano o Teleton teve um diferencial, a estratégia das redes sociais. Várias celebridades tuitando sobre o Teleton, gerando nos usuários comuns o sentimento positivo de doar.
Mas vamos ser sinceros? Foi chato receber tweets a todo instante falando sobre a ação. Foi eficiente? Parece que sim, a pressão fez com que o Eike Batista doasse R$ 1,5 milhão para a campanha. Mas será que isso é positivo para a marca Teleton? Eu vi mais reclamação do que elogios à ação. Foi positivo sim aos que reclamaram, como eu. Saímos do Twitter e fomos enfrentar o mundo real. E teve os que não tinham realmente nada para fazer e aguentaram putos tudo isso. A verdade é que, isso não é uma boa ideia! Óbvio que sou a favor de engajamentos para ajudar o próximo, apenas acho ineficiente. Mídia social é algo novo, e isso é mais uma válida e interessante experiência de fazer o bem ao próximo. 
Doa quem quer, e o que importa são os R$ 23 milhões arrecadados.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Não adianta chorar...

O mundo é deles! Assistindo o VMB da MTV ontem cheguei a essa conclusão. Mas, quem são eles? Lady Gaga, Justin Bieber, Hannah Montana, Crepúsculo, Harry Potter, Restart... O mundo está colorido!!! Os sucessos no mundo, todos são pra os juvenis (10 a14 anos).
Quando a Madonna surgiu os mais "velhos" também achavam ela descartada. Hoje ela é "Diva"! Nós estamos vivendo a renovação e renovação é sempre bom! 
O que a indústria quer??? CONSUMO! Lembre que quem está nessa faixa etária é quem consome mais os produtos da internet, porque tem tempo sobrando. Porque vocês acham que o Restart ganhou tudo ontem? A indústria está trabalhando para esse público, pois são eles quem consomem mais.
Essas bandas novas tem um jeito novo de relacionamento com seus fãs, eles são produtos da internet. Nos anos 80, por exemplo, não tínhamos internet. E isso é inovador. Ponto pra eles, que nasceram na época da tecnologia e das novas mídias! 
Antigamente, os artistas tinham que ralar muito para divulgar seus trabalhos e conquistar os fãs. Hoje em dia eles não têm fãs, têm grandes comunidades de Orkut e Facebook. Conhecem uma grande parcela dos seus fãs pelo nome e recrutam o grande "exército" ao seu favor, vide a S2 Família Restart S2. Bem diferente da época dos mega stars! Hoje quem manda no entretenimento são as "crianças" de 10 a 14 anos.
Mas que indústria é essa que você está falando? A Indústria Fonografia? Óbvio que não, a indústria fonografia morreu!!! Quem faz a "arte" hoje chama-se YouTube, Google, Twitter... Atualmente, os grandes sucessos mundiais saem todos de lá! Estamos vivendo novos tempos... É a molecada no poder!!!
Não quero discutir gosto pessoal ou qualidade. Afinal, muitos artistas dos anos 80 não sabiam tocar guitarra e estão aí na mídia até hoje! Todo mundo tem direito de escolha. 
Quer ver seus artistas favoritos ganhando prêmios? Então monte a sua Família Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Capital Inicial, Raimundos, O Rappa, Titãs, Jota Quest, Skank, Pato Fu... 
A verdade é que acaba sendo tudo igual, mas cada um no seu tempo, o que vale é o dinheiro, tudo é marketing! 
É uma grande bobagem contestar um vencedor. Cada um com seu gosto, não gosta? Não ouve e ponto! 
E assim segue a vida, afinal não tem como voltar ao passado...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Cadê o jornalismo sério?


Dizem por aí que o “Jornalismo Cidadão” irá mudar o conceito de Jornalismo no mundo, livrando alguns jornalistas e economizando dinheiro, afinal as pessoas trabalharão de graça. Mas, o que é Jornalismo Cidadão? É a idéia de que pessoas serão testemunhas oculares dos acontecimentos, "transmitindo" as informações de uma forma ágil. Mas agilidade não tem nada a ver com credibilidade.
Grandes órgãos de imprensa podem perder a credibilidade com o Jornalismo Cidadão. Para um órgão de imprensa aceitar o Jornalismo Cidadão tem que haver critérios e saber com que credibilidade o autor do tal jornalismo irá "transmitir" a informação.
Mas, o que eu quis dizer com tudo isso? É que uma grande rede de televisão, como a CNN, não pode deixar que um repórter-fantoche cubra um incêndio!



quinta-feira, 9 de setembro de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Quer pedir bis?

No Brasil é melhor comprar na loja do que na internet. Não adianta montar uma campanha se ela depende de logística. Lembra quando o pessoal do Twix saiu com o imagem arranhada quando soltou meia-dúzia de chocolates que não cobriam 1% da área? Pois é, acho que os fabricantes de chocolate estão se especializando em irresponsabilidades. Dessa vez foi o Bis.  
Brieffing: Lançar em redes sociais o Bis Limão. O produto não estará disponível em lojas, você só poderá comprar online. O consumidor se sentirá especial, privilegiado e mostrará para seus amigos o novo Bis Limão, criando uma expectativa no grande público.
Mas, o produto em questão é de baixo valor. Uma caixa de Bis custa em média R$ 3,20, um valor muito baixo para as lojas online. Então o que fizeram? O consumidor que quiser EXPERIMENTAR o novo produto terá que comprar um kit com 4 caixas, a R$11,99. Aí é que entra a tal da logística:

11 dias???
O Bis faz um lançamento nacional na internet pra entregar em 11 dias úteis? Assim não dá!!! Acho que eles têm obsessão pelo número 11. Com um pouco mais de inteligência e experiência essa ação seria muito boa com os consumidores recebendo caixas e mostrando para os amigos.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Como acabar com sua #empresa em apenas 140 caracteres

Carolina Lima (@CadyWitter) disponibilizou um estudo sobre o comportamento de corporações no Twitter. A apresentação faz parte de uma monografia de conclusão de curso. Veja a apresentação abaixo:

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Maior realidade aumentada do mundo é do Brasil

O Brasil conseguiu cravar mais um recorde no Guinness Book no último dia 24 de junho. Dessa vez a façanha foi da construtora Rossi, que criou o maior código de realidade aumentada do mundo. A tecnologia fez parte do ato de lançamento do prédio comercial Fibrasa Connection, em Vitória.


terça-feira, 1 de junho de 2010

Irresponsabilidade do Twix

Quais podem ser os resultados das mídias sociais? Como evitar que falem mal da sua marca? Devido a essas e outras perguntas, várias empresas resistem trabalhar com mídias sociais. Muitas empresas têm medo de ações como a Chuva de Twix! CHUVA DE TWIX?! Sim, chuva de Twix! O Twix utilizou as mídias sociais, convidando as pessoas para uma chuva de Twix. Sim, chuva de chocolate! Mas, na hora da ação limitaram o acesso a 2 mil pessoas, sendo que divulgaram nas mídias sociais e atingiu muitas pessoas, além de 2 mil. E na verdade não choveu Twix, aconteceu uma leve garoa. E como as pessoas reagiram? Veja as imagens abaixo:





A ideia foi boa mas faltou o principal, planejamento!


Ou então divulgue de outra forma, Não chame de chuva. E pra que divulgar maciçamente se na hora irão limitar? Não pode jogar o chocolate do alto porque vai machucar alguém? Mais uma vez... Não chame de chuva!!! As pessoas foram dispostas a participar e, como não teve o que lhe foi prometido, botou a boca no trombone.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O poder do gorjear

Não podia deixar de reproduzir esse infográfico da Superinteressante sobre o Twitter.
Afinal, o próprio Twitter não costuma divulgar esses números.