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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O patético episódio da "torcida de aluguel" do Botafogo em Quito

O episódio dos mil torcedores locais bancados pela Telexfree pode se desdobrar ainda mais. A nebulosa empresa confeccionou mil camisas “tabajaras” do Bostafogo, distribuindo para os falsos bostafoguenses.
A grande questão é que nesta camisa fake a Telexfree ocupava o patrocínio máster, desbancando quem realmente paga por isso, a Guaraviton. A Guaraviton, que reagiu mal (com razão) ao fato de dividir espaço com uma empresa investigada pelo MP, se viu relegada a este nível. A pirataria, tão combatida pela polícia e pelos fornecedores de material esportivo, agora será institucionalizada por anunciantes oficiais?
Algo me diz que a Guaraviton está cada vez mais insatisfeita, justamente, com o clube que lhe abriu portas ao mundo do futebol.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Erro vira marketing

A Olympikus buscou uma alternativa inteligente para sair da saia justa de Tóquio estar grafado com ‘k’ na nova camisa oficial do Flamengo. A empresa de material esportivo vai alegar que tudo não passou de uma estratégia de marketing para homenagear rubro-negros de todo o mundo.
Com isso, a Olympikus decidiu lançar quatro modelos de selo com o nome da cidade de Tóquio escrita em espanhol, inglês, japonês e português. A decisão foi tomada pela cúpula da empresa junto com o departamento de marketing do Flamengo.
No total, a empresa vai colocar no mercado 200 mil camisas com o nome da cidade japonesa escrita em espanhol (Tokio) e inglês (Tokyo). E outros 10 mil exemplares com os ideogramas em japonês numerados de 00001 a 10.000 a partir de agosto para colecionadores. Tóquio, em português, entrará em circulação em seguida, sem quantidade estabelecida inicialmente.
O caso gerou um mal estar grande na fornecedora de material esportivo e, também, no clube carioca. A cidade japonesa aparece grafada como “Tokio” nos apliques que lembram a conquista do título mundial interclubes, conquistado pelo time rubro-negro em 1981. O erro na grafia das novas camisas do Flamengo foi assumido por Eduardo Vinícius de Souza, presidente da Comissão do Conselho Deliberativo do clube carioca nomeada para definir os padrões dos novos uniformes em conjunto com a empresa de material esportivo. Mas no final se transformou em uma jogada de marketing.

quarta-feira, 2 de março de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Doctor Cooler firma parceria com Skol e Pânico


Verão, calor, sol e praia pedem uma bebida gelada. E nada melhor do que armazená-las com estilo e muita praticidade. Então, uma boa pedida são os coolers, que deixam as bebidas geladinhas e no ponto de serem saboreadas.
A Doctor Cooler conta com uma novidade, que é a parceria da marca com a Skol e o Pânico na TV, firmada no fim de 2010. As empresas estão com uma ação promocional que envolve o cooler da Skol da Doctor Cooler, que possui a patente exclusiva de fabricação de coolers em formato de latinha e, graças a essa patente, a Doctor Cooler conseguiu contrato de exclusividade com a AmBev – Companhia de Bebidas das Américas – para a fabricação de todos os coolers com as marcas da empresa.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Propaganda na hora errada

Veja o anúncio publicitário envolvendo o exemplar do jornal O GLOBO. Um tiro no pé, se é que você me entende...



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Procter & Gamble gera pânico no Rio de Janeiro


As várias notícias de hoje sobre o momento triste que vive a cidade do Rio do Janeiro são dignos de uma verdadeira guerra civil.
E para piorar??? Duas caixas de madeira foram abandonadas em duas praças de um bairro nobre da cidade carioca. O esquadrão anti-bombas da polícia foi acionado e a sensação de insegurança em toda a cidade cresceu ainda mais. Mais de 50 policiais foram mobilizados e várias ruas da cidade isoladas. A mídia cobriu intensamente o ocorrido e os cariocas, apreensivos, acompanharam temerosos após os diversos carros queimados por criminosos durante a madrugada e os diversos arrastões que vem assolando a cidade.
Eis que a polícia abriu as caixas e, S-U-R-P-R-E-S-A!!! Era uma ação da Procter & Gamble para a Promoção Provou Gostou Avião do Faustão. Promoção essa com ampla divulgação no maior canal de TV do país e que utiliza como âncora o apresentador Faustão. A Procter & Gamble e a empresa que foi responsável pela ação não estavam atentas para o atual cenário da cidade do Rio de Janeiro e não tiveram a sensibilidade de perceber o problema que ela poderia gerar, o que não era difícil de perceber, e suspender a ação.
A falta de adequação da ação em espalhar caixas por diversas cidades do país gerou um enorme boca-a-boca negativo e põe em risco o trabalho de construção da imagem institucional da Procter & Gamble e todo o investimento feito em mídia. Fiasco total! O público já está se manifestando em mídias sociais, como o Twitter, criticando fortemente a ação e inclusive a Rede Globo e o apresentador Faustão.
Tomara que os profissionais da área de Marketing Promocional da empresa aprendam com esse erro absurdo!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Sorvetes regionais ampliam presença no Brasil


Buriti, taperebá, cajá-manga ou algodão-doce. Frutas exóticas e sabores diferenciados estão encantando novos consumidores de sorvete. As marcas regionais, em geral com estruturas familiar e preços mais convidativos, ganham a cada dia mais espaço em seu território de origem e também abocanham parte do mercado das gigantes multinacionais. “Há tempos que percebemos crescimento de várias empresas regionais e ultimamente o aumento, em termos percentuais, é maior no Nordeste. Essas marcas estão ampliando seu share no mercado”, destaca o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete (Abis), Eduardo Weisberg.

Além disso, as regionais também começam a olhar para o mercado internacional. É o caso da Frutos do Brasil, que até junho era conhecida como Frutos do Cerrado. A empresa, que nasceu há 14 anos, em Goiânia, já tem 103 lojas franqueadas espalhadas por cinco Estados brasileiros: Goiás, Bahia, São Paulo, Tocantins e Minas Gerais. O próximo passo é conquistar o paladar dos estrangeiros. “No início de 2011, temos planos de exportar para os Estados Unidos e alguns países da Europa. Estamos em negociação também com o Japão”, comemora Renato Seragi, gerente de marketing da Frutos do Brasil.

Com três fábricas — em Goiânia, Uberlândia (MG), e Limeira(SP) — e produção diária de 70 mil picolés, a empresa deve abrir mais 20 franquias até o final do ano para divulgar os 56 sabores diferentes. O carro-chefe é cajá-manga, que em Goiânia é consumido com sal (!). A novidade é o picolé de seriguela. Para ampliar os negócios, a companhia investe em novas embalagens, no layout dos pontos de venda e em ações na internet. Em Goiânia, lançaram a campanha “Frutos do cerrado agora é Frutos do Brasil”, criada pela agência Branding Brasil. Segundo Seragi, a alteração foi feita para atender melhor aos mercados regionais, que, segundo ele, têm preconceito entre produtos de uma região para outra. “Existe o regionalismo e hoje nós representamos não só o cerrado, mas todo o Brasil”, enfatiza.

Do interior de São Paulo, outra marca ganha destaque no mercado. A Sorvetes Jundiá, que começou a produção artesanal há 34 anos na cidade de Jundiaí, cresceu e já é a mais consumida no interior paulista com a linha Impulso (picolés e copos), de acordo com dados da Nielsen. Terceira colocada no ranking nacional nos potes de dois litros, atrás de Kibon e Nestlé, a marca está presente em mais de 18 mil PDVs do interior e litoral paulistas, além de Rio de Janeiro e Minas Gerais. No final do ano passado, ela fez parceria com o empresário José Carlos Semenzato na criação da franqueadora Casa do Sorvete Jundiá. “Já são mais de 40 lojas negociadas e em fase de implantação”, conta Thaine Cal, gerente de marketing da Sorvetes Jundiá, marca que espera crescer entre 10% e 15% em relação ao ano passado, apostando em produtos como o Mais Copão, o Brigolé e o picolé de algodão-doce da Turma da Mônica.

Tapioca no palito


A primeira sorveteria, no centro da cidade, já virou ponto turístico de Belém. Impossível visitar a capital paraense sem provar um dos 60 sabores de massa ou 20 opções de picolé da Cairu, que tem 15 lojas no Estado do Pará — 12 só na capital. Há 47 anos, a marca conquista consumidores locais e turistas, principalmente com o sorvete de tapioca, e já ampliou os negócios para as cidades de Manaus, Brasília, Rio de Janeiro, Macaé (RJ), São Paulo e Santos (SP). A produção na fábrica de Belém — a outra unidade é no Rio — é de 1,5 tonelada de sorvete por dia. “Não fazemos propaganda. É tudo no boca a boca”, conta Rute Laium dos Santos, uma das proprietárias e filha dos fundadores da marca.

Familiar e rentável, artesanal e tecnológica também é a marca Rochinha, original de São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Consumida inicialmente pelos surfistas e fãs do estilo natural dos picolés, a empresa (que completa 30 anos em 2011) já produz, na alta temporada, 60 mil sorvetes por dia. “Subimos a serra para São Paulo em 2000”, diz Juliana Lopes, gerente de marketing e filha do fundador da marca José Lopes. Desde então, já são 400 pontos de venda na capital paulista e 700 em todo Estado.

De olho na expansão, o próximo passo é concluir, até início do próximo ano, a construção da nova fábrica em São José dos Campos (SP), que vai aumentar em sete vezes a produção atual. “Vamos vender no Rio de Janeiro, Brasília e Florianópolis. Estamos investindo R$ 8 milhões em cinco anos”, comenta Juliana. Além dos carros–chefe — coco branco, milho e banana — para o próximo verão a marca aposta nos lançamentos jabuticaba e doce de leite. Em termos visuais, a agência Emigê criou embalagens novas e mexeu no logo da empresa, criando um selo de qualidade. Para o presidente da Abis, alguns fatores explicam o sucesso e a expansão das marcas regionais. “Além dos produtos, sabores e preço, há a localização e a adequação dos produtos para cada região”, explica Eduardo Weisberg.


Via m&m

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Não adianta chorar...

O mundo é deles! Assistindo o VMB da MTV ontem cheguei a essa conclusão. Mas, quem são eles? Lady Gaga, Justin Bieber, Hannah Montana, Crepúsculo, Harry Potter, Restart... O mundo está colorido!!! Os sucessos no mundo, todos são pra os juvenis (10 a14 anos).
Quando a Madonna surgiu os mais "velhos" também achavam ela descartada. Hoje ela é "Diva"! Nós estamos vivendo a renovação e renovação é sempre bom! 
O que a indústria quer??? CONSUMO! Lembre que quem está nessa faixa etária é quem consome mais os produtos da internet, porque tem tempo sobrando. Porque vocês acham que o Restart ganhou tudo ontem? A indústria está trabalhando para esse público, pois são eles quem consomem mais.
Essas bandas novas tem um jeito novo de relacionamento com seus fãs, eles são produtos da internet. Nos anos 80, por exemplo, não tínhamos internet. E isso é inovador. Ponto pra eles, que nasceram na época da tecnologia e das novas mídias! 
Antigamente, os artistas tinham que ralar muito para divulgar seus trabalhos e conquistar os fãs. Hoje em dia eles não têm fãs, têm grandes comunidades de Orkut e Facebook. Conhecem uma grande parcela dos seus fãs pelo nome e recrutam o grande "exército" ao seu favor, vide a S2 Família Restart S2. Bem diferente da época dos mega stars! Hoje quem manda no entretenimento são as "crianças" de 10 a 14 anos.
Mas que indústria é essa que você está falando? A Indústria Fonografia? Óbvio que não, a indústria fonografia morreu!!! Quem faz a "arte" hoje chama-se YouTube, Google, Twitter... Atualmente, os grandes sucessos mundiais saem todos de lá! Estamos vivendo novos tempos... É a molecada no poder!!!
Não quero discutir gosto pessoal ou qualidade. Afinal, muitos artistas dos anos 80 não sabiam tocar guitarra e estão aí na mídia até hoje! Todo mundo tem direito de escolha. 
Quer ver seus artistas favoritos ganhando prêmios? Então monte a sua Família Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Capital Inicial, Raimundos, O Rappa, Titãs, Jota Quest, Skank, Pato Fu... 
A verdade é que acaba sendo tudo igual, mas cada um no seu tempo, o que vale é o dinheiro, tudo é marketing! 
É uma grande bobagem contestar um vencedor. Cada um com seu gosto, não gosta? Não ouve e ponto! 
E assim segue a vida, afinal não tem como voltar ao passado...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Santa Clara, clareai!

Poema de Manuel Bandeira por Herbert Vianna e assinado pelo Bamerindus. Veiculado ao final da primeira eleição direta para presidente no Brasil. Foi há 21 anos atrás, mas poderia ser veiculado hoje:


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

No mundo do Grátis, quem paga a conta do conteúdo?

Com esta palestra apresentada no DigitalAge 2.0 2010, Michel Lent tenta responder a esta e outras questões sobre o que rege a dinâmica do ‘sucesso’ nos meios digitais.